“Meu cargo diz gerente, mas eu não decido nada.”
Sem subordinados, sem autonomia, sem assinatura própria e, ainda assim, 8 horas por dia ou mais.
Trabalha ou trabalhou em banco ou cooperativa de crédito e sente que seus direitos não foram respeitados?
Jornada além das 6 horas, um “cargo de confiança” que só existe no papel, cobrança por metas que passa dos limites. Converse com um advogado trabalhista e entenda, com clareza, a sua situação.
Atendimento sigiloso, inclusive para quem ainda trabalha no banco. Presencial em Presidente Prudente ou por videoconferência para toda a região.
Você não está sozinho(a)
Sem subordinados, sem autonomia, sem assinatura própria e, ainda assim, 8 horas por dia ou mais.
E-mails, mensagens e ligações antes do expediente, no almoço e depois de sair da agência.
Rankings expostos, reuniões de cobrança, comparação com colegas e medo constante de desligamento.
Insônia, dores, afastamentos pelo INSS e a dúvida se isso tem relação com o trabalho.
Caixa, atendimento, vendas, retaguarda, tudo pelo mesmo salário.
Verbas rescisórias, PLR proporcional, horas extras do período, estabilidade.
A legislação trabalhista e as convenções coletivas preveem regras específicas para quem trabalha em banco. Quem trabalha em cooperativa de crédito também tem regras próprias, definidas nas convenções coletivas do setor. Entender essas regras é o primeiro passo para saber se, no seu caso, houve alguma irregularidade.
Se você se identificou com alguma dessas situações, converse com um advogado sobre o seu caso.
Falar com um advogadoInformação
Entenda, de forma simples, os problemas que mais afetam quem trabalha em banco ou cooperativa de crédito. Cada caso depende da rotina real de trabalho, por isso a análise é sempre individual.
A jornada do bancário costuma ser de 6 horas por dia. Muitos profissionais, porém, cumprem 8 horas ou mais por ocuparem um suposto “cargo de confiança” que, na prática, não envolve autonomia, subordinados ou poder de decisão.
Gerente de relacionamento, gerente de contas, assistente, analista e coordenador são cargos em que essa situação aparece com frequência.
Chegar antes de bater o ponto, sair depois do registro, almoçar em poucos minutos ou responder mensagens e ligações do banco à noite e nos fins de semana. É tempo de trabalho que muitas vezes não aparece no contracheque.
Mensagens, e-mails e colegas que acompanharam a rotina ajudam a mostrar a jornada real.
Cobrar resultados faz parte do trabalho. O problema começa quando a cobrança vem com exposição em rankings, humilhação em reuniões, ameaças de transferência ou demissão e metas impossíveis de bater, mês após mês.
Pressão constante, medo e sensação de nunca ser suficiente são relatos comuns.
Esgotamento, crises de ansiedade, depressão, dores nos braços e punhos. Quando o adoecimento tem relação com a rotina e a pressão do trabalho, isso pode trazer consequências importantes, inclusive em caso de afastamento pelo INSS.
Guarde atestados, laudos, receitas e documentos do INSS.
Fazer o trabalho de um cargo superior sem receber por isso, acumular funções como caixa, atendimento e vendas pelo mesmo salário, ou ganhar menos que um colega que faz exatamente o mesmo trabalho.
Também podem ser analisados valores próprios da categoria, como gratificação de caixa e PLR.
Depois da saída do banco, surge a dúvida: recebi tudo o que era devido? Verbas rescisórias, PLR proporcional e diferenças acumuladas ao longo dos anos de trabalho podem ser revisadas.
Termo de rescisão, contracheques e extrato do FGTS são o ponto de partida.
Reconheceu sua rotina em algum desses pontos? Leve o seu caso para a análise de um advogado.
Analisar meu casoAtendimento
Pelo WhatsApp ou telefone, no seu tempo. Pode ser ainda trabalhando no banco ou depois de sair.
O advogado ouve a sua história com atenção e indica quais documentos e informações podem ajudar na análise.
Documentos, histórico da relação de trabalho e fatos são avaliados para indicar quais medidas jurídicas podem ser adotadas, e você decide se quer seguir.
Quem somos
Escritório de advocacia em Presidente Prudente que atua em Direito e Processo do Trabalho, na orientação e representação de trabalhadores desde a análise inicial até as diferentes fases do processo, inclusive perícias, recursos e execução.
Dúvidas frequentes
Sim. A conversa com o advogado é sigilosa. Muitas pessoas buscam orientação ainda empregadas para entender seus direitos e organizar documentos. A decisão sobre entrar ou não com uma ação, e quando, é sempre sua, depois de entender os riscos e as possibilidades.
Depende das suas atribuições reais. A Justiça do Trabalho analisa o que você efetivamente fazia (se tinha subordinados, autonomia para decidir, alçada própria, acesso a informações estratégicas) e não apenas o nome do cargo. Por isso a análise é individual.
Sim. Quem trabalha em cooperativa de crédito tem regras próprias, previstas nas convenções coletivas do setor, que nem sempre são as mesmas dos bancários. Por isso, a análise considera a instituição, o cargo e a sua rotina real de trabalho.
A conversa com o advogado é protegida pelo sigilo profissional e serve para você entender a sua situação antes de qualquer decisão. Se você optar por entrar com uma ação, o advogado explica os riscos de cada momento e orienta sobre a melhor forma de agir no seu caso.
Sim. Muitas informações (registros de ponto, sistemas internos, documentos do banco) podem ser solicitadas no processo, e testemunhas também são meio de prova. Na conversa inicial avaliamos o que existe e o que pode ser obtido.
O prazo para entrar com a ação é de até 2 anos após o fim do contrato, e podem ser discutidos os 5 anos anteriores à data em que a ação é proposta. Por isso, quanto antes você buscar orientação, mais períodos podem ser analisados.
Sim. Além do atendimento presencial em Presidente Prudente, o escritório atende por videoconferência clientes de outras cidades da região.
Vive uma dessas situações no banco? Fale agora com um advogado sobre o seu caso.
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Conte brevemente a sua situação pelo WhatsApp ou telefone e agende seu atendimento com um advogado.
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